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QUANDO O LOUVOR SE TORNA MEU

Esta imagem é pertencente a um desenho intitulado "Eu sou o máximo", sendo o "Máximo", seu personagem principal. Ela foi retirada de: http://saidadeemergenciamundo.blogspot.com.br/2013/11/serie-velha-infancia-cartoon-parte-1.html Introdução Em toda a minha vida, nunca encontrei algo tão difícil quanto trabalhar com o chamado "louvor" em igrejas. Digo isso por muitas razões e, mesmo não querendo me ater a elas, só posso dizer que a pior de todas é o fato de que, muitas vezes, aquele que deveria ser o louvor do Senhor e ao Senhor, se torna de outrem. É quando o louvor se torna "da igreja, "do pastor", "do líder de louvor", "dos músicos", enfim, é aí que a coisa desanda. O grande problema, porém, é que nem sempre (pra não dizer "quase nunca") isto se percebe tão facilmente. E é assim que muitos problemas vão surgindo gradativamente. Há muitas maneiras, ao meu ver, de se transformar o "lou...

O CULTO DE DOMINGO

Imagem extraída de: http://addaguiar.blogspot.com.br/2012/12/foi-realizado-hoje-30-o-ultimo-culto-no.html Introdução Ao se falar de música na igreja, inevitavelmente, estaremos tratando de nossos cultos, pois a música é parte do culto e nele está inserida, não é mesmo? Apesar do pensamento equivocado (sendo beeem eufêmico hehe) de alguns, a música é, sim, parte do culto, assim como a exposição do texto bíblico e tantas outras coisas, dependendo do modelo de liturgia usado em cada igreja. Por isso, achei que valeria a pena falar um pouco sobre os nossos cultos. Ao dizer "culto", eu bem que poderia estar me referindo a diversas temáticas e modelos diferentes, uma vez que há cultos que são voltados pra jovens, outros que são, por exemplo, chamados de "culto de oração", há também os "cultos de ensino", dentre tantos outros. Mas, neste post, pretendo me referir ao nosso culto de domingo à noite, ok? Sempre pensei sobre o que é realizado em no...

TÉCNICA OU ESPIRITUALIDADE?

Introdução Uma das batalhas mais ferrenhas que tenho escutado ao longo de meus anos trabalhando com música e arte em geral na igreja é aquela entre a técnica e o espiritual. Tenho sempre ouvido debates e discussões tentando a todo custo provar que um dos dois (a técnica ou a espiritualidade) deve prevalecer em detrimento do outro. Com este post eu pretendo expor aquilo que penso a respeito, mesmo que em linhas gerais, mas tenho certeza de que esta discussão ainda vai durar um bocado. rsrsrs Também acredito que muita gente vai discordar do que tenho a dizer, mas, como de costume, fico traaaaaanquilíssimo (hehe) e desejo apenas que se pense um pouco mais a respeito, tá?  Afinal de contas, a prática musical (e artística) na igreja é uma questão de técnica ou deve ser encarada como algo espiritual, já que é o Espírito Santo quem deve guiar nossas ações enquanto igreja?  O que é "técnica"? Primeiro, é preciso compreender, ao menos por um pouco, o que se...

PALCO OU ALTAR?

Que lugar é aquele? Pensando no ambiente da igreja, de modo geral, vemos a presença de pisos mais altos e em certa posição de destaque na parte da frente de nossos lugares de reunião. Trocando em miúdos, aquele lugar no qual, dependendo da tendência litúrgica seguida, ficam os pastores, presbíteros e/ou diáconos, bispos, etc, ou onde ficam os músicos que tocam no culto ou na missa, enfim, falo daquele lugar elevado, para o qual todos os presentes voltam seus olhares. Alguns chamam estes lugares de “altar”, outros de “palco” (ainda conheço alguns mais que o chamam, por exemplo, de “plataforma”, mas estes não vêm ao caso neste momento hehe) e já presenciei muitas discussões por causa disso. Os que o chamam de “altar”, além de sacralizar o ambiente físico, via de regra rotulam os que rejeitam tal nomenclatura de “hereges”, “infiéis”, “não-bíblicos”, “moderninhos”, ou simplesmente os acusam de erro e os consideram menos espirituais. Por outro lado, os que preferem a nomenclatura...

DICAS GERAIS PARA DIVISÃO DE VOZES

E aê, galeraaaa!!!!!!!!! Que saudades de escrever por aqui! Após um tempo de férias do blog (mas não de descanso total, garanto hehe), estamos, enfim, de volta e COM FORÇA TOTAL!!! Eu realmente precisava de um tempo pra refletir e pensar um pouco mais sobre muita coisa e, em especial, sobre o que postar por aqui neste retorno. E, neste primeiro post pós-férias, resolvi falar sobre um assunto um tanto recorrente em nossas igrejas: divisão de vozes. Muita gente trabalha direta ou indiretamente com isso nas igrejas e muitas outras gostariam muito de poder fazê-lo. Sim. Eu mesmo conheço pessoalmente muita gente que gostaria de saber, ao menos em linhas gerais, como fazer uma divisão de vozes. Bom, meu desafio é tentar sintetizar isso por aqui. hehe É óbvio (mas preciso dizer!) que não é (MESMO) possível se fazer um verdadeiro curso de harmonização vocal, devidamente sistematizado e estruturado de maneira que, após visitar este post, alguém saia realmente formado como...

PERGUNTAS PARA O FIM DE ANO

Introdução O ano está acabando e, como de costume, nos vem à mente aquele velho desejo de reflexão sobre o que foi feito e de votos a serem cumpridos no ano por vir. Não entrando também no velho debate sobre os votos que nunca são cumpridos (hehe), gostaria, então, de seguir, como a maioria costuma fazer, a onda dos ventos de novo ano e pensar um pouco sobre o que fizemos no ano de 2013. Logo, gostaria de deixar alguns questionamentos sobre os quase costumo pensar em minha prática ministerial e que, talvez, possam também ajudá-los a ter um ano melhor. Portanto, senhoras e senhores, deixo a todos algumas perguntas para este fim de ano. Vamo lá!  1 – Quanto tempo dediquei ao meu ministério? Bom, tempo é sempre algo complicado de se tratar, não é mesmo? Mas, antes que logo se pense no tempo total dedicado no ano inteiro, queria levar-nos a refletir sobre o tempo diário que dedicamos a nossos ministérios. Então, quantas horas de nossos dias temos dedicado, de algu...

A IMPORTÂNCIA DA PAIXÃO MINISTERIAL

Introdução Recentemente, conversando com uma grande amiga (e irmã em Cristo) minha, discutíamos um assunto que acredito ser de extrema importância em nosso fazer musical eclesiástico. Este é um assunto que, ao meu ver, é completamente determinante na maneira em como atuaremos em nossas igrejas. E foi a partir desta conversa que o interesse pelo presente post surgiu. hehe Ao observarmos o fazer musical (e artístico em geral) de uma igreja, percebemos diferentes tipos de pessoas, com diferentes desejos, anseios e aspirações. Uns estão ali por terem sido incentivados desde cedo, outros porque, supostamente, possuem talento pra coisa (sobre talento, dom e etc, recomendo um post que fiz há algumas semanas hehe), outros mais porque gostam de música e de arte, outros que acreditam terem sido escolhidos por Deus para a realização de tal obra e ainda outros que resolveram atuar com música e arte na igreja, porque querem um pouco mais de notoriedade (acreditem, existe gente assim, n...